domingo, 5 de outubro de 2014

1° aula na universidade

1° aula na universidade - 45 respostas.
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Srº[&]Srª. ®osa Marcos & Francis✿ܓ®osa - 11/04/2010
 
1° aula na universidade
Após uma graduação e uma pós graduação, resolvi encarar outro curso superior, pois pretendo atuar em outra área profissional. Então, estava lá na primeira áula (na verdade era a terceira, pois faltei as duas primeiras) e estavam debatendo um texto: "Em que consiste a Educação física escolar hoje" de Hugo Leonardo Fonseca da Silva, como não havia lido o texto e entrado atrasado na sala, não me senti a vontade para participar d debate, após a aula fui tirar xerox do texto, lí edestaquei a conclusão para vcs:

"Certamente, é preciso que vejamos a prática pedagógica na escola e a própria educação escolar situada no interior da sociedade e de suas contradições históricas. Nesse sentido, o ensino de qualidade nas escolas não pode ser desvinculado da participação política dos professores na luta por uma sociabilidade para além do capital. Esse é o nosso grande desafio para o nascente século XXI." - Revista Presente; Hugo Leonardo Fonseca da Silva, p.31

PS. o trecho "sociabilidade para além do capita" estava grifado em alusão a Istvan Mészaros.


A lavagem começa cedinho... E olhe qua a professora desta disciplina é nova (entre 28 e 35 anos) não existe a desculpa de ser uma "velha raposa marxista" que combatia os militares.
Parece que este curso terá alguns debates interessantes, pois não vou resistir por muito tempo ouvindo esta baboseira toda.
Eita universidade brasileira!
a a - 11/04/2010
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Srº[♥]Srª

Exato, não precisa esperar muito...

É muito fácil refutar esses inúteis.

Dentre muitas coisas que podem ser ditas para um imbecil destes que diz que na escola o professor deve ter ação política é que se o professor vai falar de política quem é que vai ensinar a matéria ?

Estudantes ainda não completaram a sua formação, não tem um conhecimento abrangente do mundo para optarem politicamente, a maior covardia da atualidade é essa ação corrupta que acontece nas universidades.
Esses "professores" são crápulas, criminosos covardes que deveriam ser presos por corrupção de jovens.


Se esses crápulas querem falar de política deveriam se filiar a partidos políticos, e irem para praça pública falar para adultos.
Jamais fizeram isso.
No passado recente eles instigaram muitos jovens a irem lutar, e eles foram, e morreram jovens, mas, os covardes "professores" jamais saíram do campus onde estavam protegidos.

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N. Claúdio - 11/04/2010
A pedagogia é muito influenciada por essa corrente, não me supreendeu pq muitas das minhas lembranças da aula de educação fisica teve diversos conteúdos politizados, professores dizendo q estavam superando o mito do atleta herói criado pela ditadura militar.

Por essa ideologia o estado e ensino privado aproveitou pra por em pratica o conceito de aula onde não houvesse separação de sexo. Para criai um ambiente de integração de genero, meninos e meninas passaram a fazer educação fisica juntos, mesmo q as meninas reclamssem de brutalidade dos meninos. Na realidade o estado visou economizar, em vez de 2 professores, bastava somente 1.
Eric Fernando - 11/04/2010
arnaldo
estes que usam este metodo não são professores e sim doutrinadores.
a a - 12/04/2010
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'. Eric
"estes que usam este metodo não são professores e sim doutrinadores."



Eric, eles são professores sim.
Ganham seus salários com a profissão de professor.

Mas em vez de ensinarem a disciplina normal, "ensinam" marxismo, fazem doutrinação.
Por isso sempre uso as aspas em "professores" qdo me refiro a eles.

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ULISSES MM - 12/04/2010
Isso é culpa do demente do Paulo Freire! (2)

Isso é verídico, pois sem saberem os futuros pedagogos caem na armadilha colocada
pelas "belas frases" deste engenhoso e satânico cidadão, que com um tom de discurso amoroso e de preocupação com os oprimidos, influênciam os inocentes e despreparados alunos.

Pois quem não quer um mundo justo e igualitário?

Mas o ponto é que, isso não é possível, pois não existe igualdade na natureza.
E plantar essa ideologia é patinar no mesmo e ludibriar esses universitários ou quem que seja, é tirar o foco da realidade.
O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
Fábrica de maus professores.Entrevista: Eunice Dur
Uma das maiores especialistas em ensino superior brasileiro, a antropóloga não tem dúvida: os cursos de pedagogia perpetuam o péssimo ensino nas escolas


Hoje há poucos estudiosos empenhados em produzir pesquisa de bom nível sobre a universidade brasileira. Entre eles, a antropóloga Eunice Durham, 75 anos, vinte dos quais dedicados ao tema, tem o mérito de tratar do assunto com rara objetividade. Seu trabalho representa um avanço, também, porque mostra, com clareza, como as universidades têm relação direta com a má qualidade do ensino oferecido nas escolas do país. Ela diz: "Os cursos de pedagogia são incapazes de formar bons professores". Ex-secretária de política educacional do Ministério da Educação (MEC) no governo Fernando Henrique, Eunice é do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas, da Universidade de São Paulo – onde ingressou como professora há cinqüenta anos.
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Sua pesquisa mostra que as faculdades de pedagogia estão na raiz do mau ensino nas escolas brasileiras. Como?
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As faculdades de pedagogia formam professores incapazes de fazer o básico, entrar na sala de aula e ensinar a matéria. Mais grave ainda, muitos desses profissionais revelam limitações elementares: não conseguem escrever sem cometer erros de ortografia simples nem expor conceitos científicos de média complexidade. Chegam aos cursos de pedagogia com deficiências pedestres e saem de lá sem ter se livrado delas. Minha pesquisa aponta as causas. A primeira, sem dúvida, é a mentalidade da universidade, que supervaloriza a teoria e menospreza a prática. Segundo essa corrente acadêmica em vigor, o trabalho concreto em sala de aula é inferior a reflexões supostamente mais nobres.
O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
Essa filosofia é assumida abertamente pelas faculdades de pedagogia?
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O objetivo declarado dos cursos é ensinar os candidatos a professor a aplicar conhecimentos filosóficos, antropológicos, históricos e econômicos à educação. Pretensão alheia às necessidades reais das escolas – e absurda diante de estudantes universitários tão pouco escolarizados.

O que, exatamente, se ensina aos futuros professores?
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Fiz uma análise detalhada das diretrizes oficiais para os cursos de pedagogia. Ali é possível constatar, com números, o que já se observa na prática. Entre catorze artigos, catorze parágrafos e 38 incisos, apenas dois itens se referem ao trabalho do professor em sala de aula. Esse parece um assunto secundário, menos relevante do que a ideologia atrasada que domina as faculdades de pedagogia.

Como essa ideologia se manifesta?
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Por exemplo, na bibliografia adotada nesses cursos, circunscrita a autores da esquerda pedagógica. Eles confundem pensamento crítico com falar mal do governo ou do capitalismo. Não passam de manuais com uma visão simplificada, e por vezes preconceituosa, do mundo. O mesmo tom aparece nos programas dos cursos, que eu ajudo a analisar no Conselho Nacional de Educação. Perdi as contas de quantas vezes estive diante da palavra dialética, que, não há dúvida, a maioria das pessoas inclui sem saber do que se trata. Em vez de aprenderem a dar aula, os aspirantes a professor são expostos a uma coleção de jargões. Tudo precisa ser democrático, participativo, dialógico e, naturalmente, decidido em assembléia.
Citar 


O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
Quais os efeitos disso na escola?
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Quando chegam às escolas para ensinar, muitos dos novatos apenas repetem esses bordões. Eles não sabem nem como começar a executar suas tarefas mais básicas. A situação se agrava com o fato de os professores, de modo geral, não admitirem o óbvio: o ensino no Brasil é ainda tão ruim, em parte, porque eles próprios não estão preparados para desempenhar a função.

Por que os professores são tão pouco autocríticos?
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Eles são corporativistas ao extremo. Podem até estar cientes do baixo nível do ensino no país, mas costumam atribuir o fiasco a fatores externos, como o fato de o governo não lhes prover a formação necessária e de eles ganharem pouco. É um cenário preocupante. Os professores se eximem da culpa pelo mau ensino – e, conseqüentemente, da responsabilidade. Nos sindicatos, todo esse corporativismo se exacerba.

Como os sindicatos prejudicam a sala de aula?
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Está suficientemente claro que a ação fundamental desses movimentos é garantir direitos corporativos, e não o bom ensino. Entenda-se por isso: lutar por greves, aumentos de salário e faltas ao trabalho sem nenhuma espécie de punição. O absenteísmo dos professores é, afinal, uma das pragas da escola pública brasileira. O índice de ausências é escandaloso. Um professor falta, em média, um mês de trabalho por ano e, o pior, não perde um centavo por isso. Cenário de atraso num país em que é urgente fazer a educação avançar. Combater o corporativismo dos professores e aprimorar os cursos de pedagogia, portanto, são duas medidas essenciais à melhora dos indicadores de ensino.
O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
A senhora estende suas críticas ao restante da universidade pública?
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Há dois fenômenos distintos nas instituições públicas. O primeiro é o dos cursos de pós-graduação nas áreas de ciências exatas, que, embora ainda atrás daqueles oferecidos em países desenvolvidos, estão sendo capazes de fazer o que é esperado deles: absorver novos conhecimentos, conseguir aplicá-los e contribuir para sua evolução. Nessas áreas, começa a surgir uma relação mais estreita entre as universidades e o mercado de trabalho. Algo que, segundo já foi suficientemente mensurado, é necessário ao avanço de qualquer país. A outra realidade da universidade pública a que me refiro é a das ciências humanas. Área que hoje, no Brasil, está prejudicada pela ideologia e pelo excesso de críticas vazias. Nada disso contribui para elevar o nível da pesquisa acadêmica.

Um estudo da OCDE (organização que reúne os países mais industrializados) mostra que o custo de um universitário no Brasil está entre os mais altos do mundo – e o país responde por apenas 2% das citações nas melhores revistas científicas. Como a senhora explica essa ineficiência?
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Sem dúvida, poderíamos fazer o mesmo, ou mais, sem consumir tanto dinheiro do governo. O problema é que as universidades públicas brasileiras são pessimamente administradas. Sua versão de democracia, profundamente assembleísta, só ajuda a aumentar a burocracia e os gastos públicos. Essa é uma situação que piorou, sobretudo, no período de abertura política, na década de 80, quando, na universidade, democratização se tornou sinônimo de formação de conselhos e multiplicação de instâncias. Na prática, tantas são as alçadas e as exigências burocráticas que, parece inverossímil, um pesquisador com uma boa quantia de dinheiro na mão passa mais tempo envolvido com prestação de contas do que com sua investigação científica. Para agravar a situação, os maus profissionais não podem ser demitidos. Defino a universidade pública como a antítese de uma empresa bem montada.
O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
Muita gente defende a expansão das universidades públicas. E a senhora?
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Sou contra. Nos países onde o ensino superior funciona, apenas um grupo reduzido de instituições concentra a maior parte da pesquisa acadêmica, e as demais miram, basicamente, os cursos de graduação. O Brasil, ao contrário, sempre volta à idéia de expandir esse modelo de universidade. É um erro. Estou convicta de que já temos faculdades públicas em número suficiente para atender aqueles alunos que podem de fato vir a se tornar Ph.Ds. ou profissionais altamente qualificados. Estes são, naturalmente, uma minoria. Isso não tem nada a ver com o fato de o Brasil ser uma nação em desenvolvimento. É exatamente assim nos outros países.

As faculdades particulares são uma boa opção para os outros estudantes?
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Freqüentemente, não. Aqui vale a pena chamar a atenção para um ponto: os cursos técnicos de ensino superior, ainda desconhecidos da maioria dos brasileiros, formam gente mais capacitada para o mercado de trabalho do que uma faculdade particular de ensino ruim. Esses cursos são mais curtos e menos pretensiosos, mas conseguem algo que muita universidade não faz: preparar para o mercado de trabalho. É estranho como, no meio acadêmico, uma formação voltada para as necessidades das empresas ainda soa como pecado. As universidades dizem, sem nenhum constrangimento, preferir "formar cidadãos". Cabe perguntar: o que o cidadão vai fazer da vida se ele não puder se inserir no mercado de trabalho?
O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
Nos Estados Unidos, cerca de 60% dos alunos freqüentam essas escolas técnicas. No Brasil, são apenas 9%. Por quê?
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Sempre houve preconceito no Brasil em relação a qualquer coisa que lembrasse o trabalho manual, caso desses cursos. Vejo, no entanto, uma melhora no conceito que se tem das escolas técnicas, o que se manifesta no aumento da procura. O fato concreto é que elas têm conseguido se adaptar às demandas reais da economia. Daí 95% das pessoas, em média, saírem formadas com emprego garantido. O mercado, afinal, não precisa apenas de pessoas pós-graduadas em letras que sejam peritas em crítica literária ou de estatísticos aptos a desenvolver grandes sistemas. É simples, mas só o Brasil, vítima de certa arrogância, parece ainda não ter entendido a lição.

Faculdades particulares de baixa qualidade são, então, pura perda de tempo?
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Essas faculdades têm o foco nos estudantes menos escolarizados – daí serem tão ineficientes. O objetivo número 1 é manter o aluno pagante. Que ninguém espere entrar numa faculdade de mau ensino e concorrer a um bom emprego, porque o mercado brasileiro já sabe discernir as coisas. É notório que tais instituições formam os piores estudantes para se prestar às ocupações mais medíocres. Mas cabe observar que, mesmo mal formados, esses jovens levam vantagem sobre os outros que jamais pisaram numa universidade, ainda que tenham aprendido muito pouco em sala de aula. A lógica é típica de países em desenvolvimento, como o Brasil.
O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
Por que num país em desenvolvimento o diploma universitário, mesmo sendo de um curso ruim, tem tanto valor?
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No Brasil, ao contrário do que ocorre em nações mais ricas, o diploma de ensino superior possui um valor independente da qualidade. Quem tem vale mais no mercado. É a realidade de um país onde a maioria dos jovens está ainda fora da universidade e o diploma ganha peso pela raridade. Numa seleção de emprego, entre dois candidatos parecidos, uma empresa vai dar preferência, naturalmente, ao que conseguiu chegar ao ensino superior. Mas é preciso que se repita: eles servirão a uma classe de empregos bem medíocres – jamais estarão na disputa pelas melhores vagas ofertadas no mercado de trabalho.

A tendência é que o mercado se encarregue de eliminar as faculdades ruins?
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A experiência mostra que, conforme a população se torna mais escolarizada e o mercado de trabalho mais exigente, as faculdades ruins passam a ser menos procuradas e uma parte delas acaba desaparecendo do mapa. Isso já foi comprovado num levantamento feito com base no antigo Provão. Ao jogar luz nas instituições que haviam acumulado notas vermelhas, o exame contribuiu decisivamente para o seu fracasso. O fato de o MEC intervir num curso que, testado mais de uma vez, não apresente sinais de melhora também é uma medida sensata. O mau ensino, afinal, é um grande desserviço.

A senhora fecharia as faculdades de pedagogia se pudesse?
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Acho que elas precisam ser inteiramente reformuladas. Repensadas do zero mesmo. Não é preciso ir tão longe para entender por quê. Basta consultar os rankings internacionais de ensino. Neles, o Brasil chama atenção por uma razão para lá de negativa. Está sempre entre os piores países do mundo em educação.
O NÓRDICO ASGARD - 12/04/2010
E como diz a antropóloga Eunice Durham, toda bibliografia é circunscrita a autores da esquerda pedagógica. E isso é realmente verdade.

É a pura verdade, somente existe leituras nesta linha de pensamento, ou seja, esquerdistas.
N. Claúdio - 12/04/2010
Palas Athena
A pedagogia é muito influenciada por essa corrente

N.,
Isso é culpa do demente do Paulo Freire!



Tem razão moça, esqueci de cita-lo ou deixei pq ele não é muito implicito. Sempre questionei o uso intenso desse autor na educação, a maioria dos professores q tiveram a boa vontade de le-lo disseram q não via nada prático nele, apenas discurso ideológico. Não quero dizer q freier não tenha seu valor, mas é muito superestimado.
Norma Braga Venâncio - 12/04/2010
Palas
Você estudou Alain Besançon, François Furet, Pierre Chaunu, Paul Johnson, Etienne Gilson? Acho que já sei que a resposta é não...

Não adianta, a academia brasileira não vai incluir no currículo historiadores francamente conservadores ou liberais que se levantaram contra o totalitarismo de esquerda.

Ainda que não houvesse doutrinação explícita, essa unilateralidade é muito irritante.

N. Claúdio - 12/04/2010
Filha de Zeus
Sou um cara tentou levar a sério os ensinamentos de Paulo Freire e o marxismo em geral. Inverti completamente a posição e tento entender o q me levou a gostar do esquerdismo e q caminho seguir.

Fico supreso q ainda existe estudantes de história q não segue o marxismo universitário.

Paulo Freire teve um muito mérito no inicio dos anos 60 com seu método de alfabetização de adultos.

Um exemplo:

Paulo Freire, um pensador comprometido com a vida, não pensa idéias, e sim a existência. Em Pedagogia do Oprimido relata-nos sua experiência em cinco anos de exílio, mostrando o papel da conscientização, numa educação realmente libertadora, o "medo da liberdade".

A luta pelo direito do ser humano, pelo trabalho livre, pela afirmação dos homens como pessoas, só é possível porque a desumanização não é um destino dado, mas resultado de uma "ordem" injusta que gera a violência dos opressores.

Pode-se ver algumas contradições em relação aos oprimidos e opressores, onde a violência dos opressores torna-os desumanizados, levando os oprimidos, a qualquer momento lutar contra quem os fez menos. Esta luta só tem sentido quando o ser menos, ao buscar sua humanidade, não se sinta também um opressor, mas sim um reconquistador da humanidade em ambos (ser mais e ser menos); sendo aqui a grande tarefa humanista e histórica dos oprimidos, se libertar a si e aos opressores.

A Pedagogia do Oprimido é uma pedagogia problematizadora, que se apresenta como pedagogia do homem; onde só ela que se pode fazer de generosidade verdadeira, humanista e não "humanitarista" que pode alcançar este objetivo. Ao contrário à Pedagogia que parte dos interesses individuais, egoístas dos opressores camuflados na falsa generosidade, que constrói a desumanização, a Pedagogia libertária.

Esta pedagogia humanizadora só é possível através da união entre teoria e prática, onde a liderança revolucionária ao invés de sobrepor aos oprimidos e continuar mantendo-os como quase "coisas", com eles estabelecem uma relação dialógica.
a a - 13/04/2010
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Fico preocupado qdo vejo uma pessoa bem intencionada, e capacitada, como a entrevistada, fazer uma descrição correta do que existe, mas, não identificar a causa real do problema.

A problema não existe devido a incompetência, descaso, ou qq outro motivo natural.
Trata-se de um plano, de uma estratégia.
Gramsci, como disse o Lucas, era um gênio, é a maior expressão teórica da ideia revolucionária, supera largamente a Marx que era uma besta contraditória, e a todos os demais antes e após ele.

O ensino está péssimo... ótimo !
É justamente isso que queremos !
A intenção é justamente essa, destruir a "escola burguesa".

Não se trata mais da "revolução do proletariado" de Marx, se trata da revolução cultural de Gramsci.

Que tem um único objetivo - mudar o "senso comum" da humanidade.
O objetivo é destruir a "escola burguesa" e no seu lugar colocar a "escola unitária" de Gramsci, e de tal escola não irão sair profissionais para atender o mercado, tal escola irá formar o "intelectual orgânico", e a tarefa desse personagem não é ensinar, é mudar o subconsciente humano.

É disso que se trata qdo nas escolas de pedagogia eles usam o termo maquiado de "formar cidadãos", não é isso, se trata de formar o "homem socialista" como dizia Guevara.
A função dos "intelectuais orgânicos" é penetrarem cada vez mais, por séculos se for necessário, no seio da sociedade, e atuar SOBRE AS CRIANÇAS, Gramsci ensinou - não se preocupem com os adultos, estes não tem mais solução, é sobre as crianças que devemos atuar.

Esse trabalho a longo prazo pretende chegar a "hegemonia", a principal meta de Gramsci.
A "hegemonia" precede a tomada do poder pelo Partido Comunista (o "príncipe" segundo Gramsci), a "hegemonia" é uma total dominação psicológica da humanidade, de forma que ela esteja pronta quando da tomada do poder pelo "príncipe" comunista, e o aceite de forma singela.

cont..

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a a - 13/04/2010
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As pessoas lúcidas tem plena consciência que isso é a maior loucura já pensada por um ser humano, mas tb sabem que essa é uma loucura genial.
E possui enorme força.

A entrevistada diz que precisamos repensar o curso de pedagogia, começar do zero, mas como isso seria feito ?
No Brasil isso é praticamente impossível, nem os militares conseguiram, eles estão infiltrados de cima a baixo na área de humanas, e não só nela, já estão se infiltrando na área de biológicas.

O mundo atual, onde os humanos não podem nem mais matar uma capivara para comer, a solução para isso, que exigiria o uso da força, é impensável.

A solução pacífica seria o que fazemos aqui na comunidade, e o que outros tantos fazem, tentar esclarecer, mostrar a grande farsa, mostrar o distanciamento da realidade, mas somos minoria...
E como temos notado qdo tentamos dialogar com as "criaturas revolucionárias" que aparecem por aqui... é o mesmo de falar com uma porta.
(Isso não quer dizer que vamos desistir.)

A ideia revolucionária é mágica, inebriante, é o que Eric Voegelin disse - eles querem ver o mundo na perspectiva de Deus.
Querem mudar a obra divina imperfeita, transformar a humanidade em bondosas criaturas.
Conduzidas pelo "príncipe" de Gramsci é claro !
Os divinos mestres, os intelectuais comunistas.

Acredito que como isso é uma descomunal loucura, o resultado final será uma descomunal catástrofe.
Muito pior que as milhões de mortes que os comunistas já causaram no mundo no século XX.

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Norma Braga Venâncio - 13/04/2010
Sim, Arnaldo
Mas cuidado para não perder as esperanças.

Como cristã, posso dizer que minha esperança está em Deus.

O Apocalipse mesmo fala em destruição. Mas nós podemos, debaixo da vontade de Deus, atrasar a tomada do mal no mundo e atrapalhar a destruição da inteligência e da consciência, entre as pessoas com quem convivemos.

Não estou fazendo proselitismo religioso, apenas querendo dizer o seguinte: continuemos apontando o problema e enxergando soluções pontuais, curtas, localizadas, mas essenciais para que cumpramos a nossa parte.
Srº[&]Srª. ®osa Marcos & Francis✿ܓ®osa - 13/04/2010
O cerne está bem próximo do que a entrevistada (Eunice) apontou. Os cursos das áreas de exatas são mais pragmáticos, se voltam para o mercado e pronto. Já os de humans confudem senso crítico com crítica ao capitalismo, e muitas vezes ainda propõe a substituição deste pelo socialismo! Engraçado é ver o "intelectual orgânico" fazendo compras nas butiques caras dos shopings. Muitos desses profesores ditos marxistas (muitos só leram o Manifesto e comentadores) nem sabem o que estão dizendo.

O cara aí em cima disse que se espanta com alguém que fez o curso de história e não ser adepto do marxismo universitário (?). Na verdade eu que me espanto com alguém que fez o curso de história e È MARXISTA. Outro dia um cara me mando voltar aos livros pois eu disse que sou formado em História e não apoio o marxismo. Esses donos da verdade...tsc...tsc...tsc...
N. Claúdio - 13/04/2010
Quase todos meus colegas de história são esquerdistas, meus ex alunos q entraram pro curso de história ficaram marxistas... Na minha região quase todos os cursos de história seguem essa linha. Aqui q eu achei gente formada em história q não fã do marxismo.

Eu sou formado em geografia um curso q transita entre as ciencias humanas e da terra. Com isso o marxismo não é tão forte até havendo disparidade entre a corrente marxista e teorética-empirista. Esqueci, minha professora de história na faculdade não era marxista e ela sofria muitas chacotas dos alunos metidos a marxistas.

Com relação meus colegas de história, a última q tive uma conversa, falou q eu sou cheio de paradigmas e teorias e q ela não era assim pq toda sua opinião de esquerda é baseada em vivencia ela pesquisou foi no local, avaliou e tirou sua visão de mundo. Fiquei de cara com tamanha cara de pau, as conclusões dela foram feitas pq ela tinha uma base a priori baseada na teoria repassada no curso de historia de escencia marxista.
a a - 14/04/2010
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Sem dúvida Norma, não vamos perder a esperança e nem parar de fazer a nossa parte.

Mas acredito que vc deve saber que muitos Papas andavam com a espada na cintura e tinham exércitos...

Infelizmente na atualidade as pessoas que defendem a liberdade estão sem espadas e sem exércitos para lutarem contra a insanidade ideológica camuflada que está tomando conta da humanidade.
São milhões de adeptos e aumentando.
Essa é a realidade, o fato.

No caso do Brasil, o fato é que os brasileiros, provavelmente, vão eleger uma radical comunista, "ex-terrorista", para conduzir os destinos da nação - sem saber !

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Norma Braga Venâncio - 14/04/2010
Entrevista sobre ensino de história
NÃO! Dilma, não!
O Miguel Nagib, do Escola sem Partido (www.escolasempartido.org), avisa desa entrevista muito boa:
A jornalista Mônica Waldvogel, da Globo News, fez recentemente uma ótima entrevista com o historiador Marco Antonio Villa e o jornalista Leandro Narloch sobre o tema da ideologização da história nos manuais escolares.
Para assistir: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1493775-17665-309,00.html
O NÓRDICO ASGARD - 14/04/2010
alguém vê semelhança?
Legendas a parte, pois acho um tanto exageradas, mas como é realista o desenho.
kkkk

http://www.youtube.com/watch?v=jJNwfFLKwv8
O NÓRDICO ASGARD - 14/04/2010
Qual será o livro que a raposa utiliza?
 Mauricio Gavilán - 14/04/2010
cara, excelente esse vídeo. bem realista mesmo, mas pelo que me parece quem colocou essas legendas as escreveu com um proposito diferente.
Bruna Ribas - 06/02/2011
quase todas as minhas aulas no meu primeiro ano de direito na UFPR foram baseadas em pensamentos marxistas, neomarxistas da teoria crítica e seus derivados. é impressionante como querem nos fazer sentir mal por estarmos lá, usando o poder do constrangimento. querem nos embutir um pensamento que assente com o que é dito. dizem que não precisamos ter aulas sobre outras ideologias de direito, pois vivemos nelas. nesse ponto eu sempre me perguntava, me mostrem onde no brasil vivemos essa ideologia? ao meu ver, temos o esquerdismo infiltrado em cada pedacinho e dificilmente sairemos dele sem pagar o preço que vai ser caro, bastante caro. a ignorância ajuda a proliferação e assim contagiam milhares de mentes que assim fizeram, reelegeram o PT. idolatram o lula e defendem milhares de outras medidas que não deixam o nosso país ser quem poderia. é uma decepção. ah claro, faz pensar, mas essas aulas todas, em que é um absurdo alguém ter um relógio caro, um carro caro, ou implantar o pensamento de que se tem dinheiro é porque roubou, é simplesmente incentivar ignorância. e isso toma as rédeas no meu curso. dá alergia..
Michele Madalena - 06/02/2011
Universidade e esquerdismo andam juntos hoje em dia, contrariando justamente a sua fundação. Já não aguento mais o marxismo nas universidades, e ver cada babaca achar que tem a última palavra em assuntos que lhe são completamente ignorantes, assuntos que até mesmo ele odeia.
Fiz uma analise em: http://audifilia.wordpress.com/2011/01/12/universidades-brasileiras-e-yenan/
Resistamos a idiotice universitária!
a a - 07/02/2011
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Por mais que eu tenha conhecimento do que existe na universidade brasileira estes relatos sempre me impressionam.

A mais elevada instituição humana, a escola, dominada de forma avassaladora por uma ideologia cega e ignorante que paralisou por completo o ensino dos jovens e apenas aplica neles doutrinação com a intenção de transforma-los em robôs dominados pela tirania ideológica.

É triste o destino do Brasil, caminha para ser uma república igual a república islâmica do Irã, onde as pessoas não mais tem vontade própria e são conduzidas como se fossem um rebanho pelos "mestres" que as alimentam com símbolos e dogmas ideológicos.

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TANNHAUSER XXI4 - 07/02/2011
Arnaldo
O pouco que sei do Irã é que lá não tem muita força nem marxismo nem liberalismo ... estão definitivamente contra a corrente usual do mundo, corrente que esgota o mundo.
temos três correntes, 1ª Irã (nacionalista real ao que aparenta), 2ª comunismo e 3ª liberalismo?
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Que medida o Irã teria que assumir então?
N. Claúdio - 07/02/2011
Faz muito tempo, mas minhas experiencias de universidade o marxismo universitario não era predominante, não era como no curso de história ou filisofia onde ele está arraigado.

Não tive consciência de mina doutrinação marxista na universidade só sei q senti muito tempo depois. A mente jovem é muito sensível a estas idéias.

Há pouco revi o filme Tropa de Elite 2 a cena inicial com personagem Fraga um professor de história q é ativista dos direito humanos pra lá de esquerdinha, estava dando uma palestra com todo aquele linguajar batido, o sensacionalismo de seu discurso me fez lembrar o do pq esses ditos intelectuais são tão cativantes aos ouvidos jovens
Arnaldo Arnolde - 08/02/2011
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TANNHAUSER

Acho que minha menção ao Irã não foi feliz... na verdade o que eu quis dizer é que o Brasil caminha para ser uma nação onde as pessoas, na sua maioria, terão a opinião totalmente moldada por dogmas e ideologia.
E não são as que existem no Irã.

Qto ao que vc colocou, acho que nacionalista todos são.
O povo inglês é liberal mas tb é nacionalista.
Mesma coisa com o cubano, é comunista e nacionalista.

Mas, devemos destinguir o nacionalismo natural do nacional-socialismo (nazismo) por exemplo, que é outra coisa, é uma forma de dominação ideológica.

O que vai existir no Irã, ou qual vai ser o desfecho, é difícil saber, a única coisa que posso dizer é que acho que será negativo.

Acho que o melhor para a sociedade, longe de ser perfeito, é o que existe no Canadá, na Australia - liberdade, progresso, desenvolvimento, com poucas pretensões de serem os donos do mundo.

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alessandro moreira - 08/02/2011
Nas escolas de ensino fundamental e médio, a doutrinação marxista chega a ser criminosa, já que a criança ou adolescente, não tem condições de se defender desta imposição ideológica de professores e pedagogos.

Na universidade, esta doutrinação é nefasta também, porém em menor grau, na minha opinião, pois o estudante já é adulto e é capaz de julgar e filtrar as informações ideológicas que recebe de seus professores.

Por isto acredito que a consequência mais nociva do domínio marxista nas universidades está no declínio da valorização do conhecimento técnico e profissional. As Universidades tenderão, cada vez mais, a formar humanos "conscientes", e não humanos competentes para desempenharem o trabalho profissional que escolheram para suas carreiras.


Na Área de Ciências da Terra, que compreende cursos de Agronomia, Engenharia Florestal, Engehraia Agrícola e de Agrimensura etc. o conhecimento técnico é posto de lado, por alguns professores, porque estes não querem formar profissionais que trabalharão para o Agronegócio capitalista.
No lugar, ensinam "ecologia" marxista que é condenar a humanidade por utilizar recursos naturais do planeta e defender reforma agrária e natureza indiscriminadamente.

Então quando um professor marxista desses leciona uma disciplina do tipo " MÉTODOS DE CONTROLE DE PRAGAS AGRÍCOLAS", em vez de ensinar o que é utilizado no dia a dia dos produtores rurais, ele vai simplesmente ignorar o programa da disciplina e vai passar o resto do tempo falando mal da monocultura, do modelo agrário brasileiro, do capitalismo etc. e não proporá nada eficaz em troca daquilo que ele acusa de ruim.

Desta forma, acho que os estudantes sairão cada vez menos preparados das universidades.
E como a Faculdades privadas nunca foram bem estruturadas aqui no Brasil, não enxergo meios de evitar o marxismo; resta enfrentá-lo e procurar não ser por ele contaminado.
  Filipe (Éffe) Celeti - 09/02/2011
Dica
Dica aos aspirantes a professor.


Leia:

Jeannine Verdes-Leroux (crítica da sociologia pedagógica de Pierre Bourdieu)

John Taylor Gatto (crítico do ensino obrigatório)

Ivan Illich (livro: Sociedade sem escolas)

John Caldwell Holt (defensor do homeschooling)

Murray Rothbard (livro: Education: Free & Compulsory) - em breve traduzido, aguardem.

Carl Rogers (pedagogia libertária, voltada ao indivíduo)
a a - 23/05/2011
.

Da mesma forma que existia uma enorme diferença entre Bakunin e Marx, tb existe uma enorme diferença entre libertários e marxistas.

Marxistas são a ralé da humanidade, gente da pior espécie em todos os sentidos.
Libertários não são.

Marxistas são dominados pelo ódio e pela inveja.
Libertários não.

Marxistas nada apresentam alem da doutrinação estúpida que lhes enfiaram dentro da cabeça.
Libertários não, libertários tentam criar mecanismos empíricos para tentar por em prática a sua utopia.

Marxistas são violentos e irracionais.
Libertários não, tentam colocar suas ideias de forma racional.


O que os libertários querem, na minha opinião é impraticável, devido a natureza humana, mas claro, eles sempre tiveram aqui nesta comunidade espaço para exporem suas ideias, foi criado até um tópico sobre o assunto.

Marxistas tb tem livre acesso nesta comunidade...
Mas nesta comunidade marxistas jamais vão ter espaço para colocarem sua estupidez contra ninguém.

.
N. Claúdio - 06/04/2012
Há pouco no facebook vi uma imagem com citação de paulo freire e lembrei como esse sujeito tem palavras sedutoras.
.
Frases de Paulo Freire

Não há vida sem correção, sem retificação.
Paulo Freire
Se a educação sozinha não pode tranformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.
Paulo Freire
Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão
Paulo Freire
A humildade exprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém.
Paulo Freire
Mudar é dificil mas é possivel
Paulo Freire
Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu
amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo,
que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.
Paulo Freire
A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz
parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da
procura, fora da boniteza e da alegria.
Paulo Freire
Amar é um ato de coragem.
Paulo Freire
Daniel and Lais - 29/06/2012
N. Claúdio:
Há pouco no facebook vi uma imagem com citação de paulo freire e lembrei como esse sujeito tem palavras sedutoras.
.
Frases de Paulo Freire

Não há vida sem correção, sem retificação.
Paulo Freire
Se a educação sozinha não pode tranformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.
Paulo Freire
Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão
Paulo Freire
A humildade exprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém.
Paulo Freire
Mudar é dificil mas é possivel
Paulo Freire
Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu
amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo,
que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.
Paulo Freire
A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz
parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da
procura, fora da boniteza e da alegria.
Paulo Freire
Amar é um ato de coragem.
Paulo Freire
Acho sedutoras aos tolos e incautos.

Para mim são palavras simples, tolas, imbecis, óbvias (quando não incorretas ou incompletas) e politicamente corretas.

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